CARPEDIEM, 30 de maio. O Que Você Está Fazendo Com a Dor Que Viveu?
- Luciano Ribeiro
- há 7 dias
- 1 min de leitura
A dor pode fazer duas coisas com uma pessoa:
endurecer…ou amadurecer.
Na dependência química, muita gente passou por abandono, frustração, rejeição, culpa, vazio e experiências difíceis demais para sustentar sozinho.
E quando a dor não encontra elaboração, ela começa a transbordar em comportamento.
Impulso.
Autodestruição.
Fuga.
Raiva.
Anestesia.
O problema não é apenas a dor que alguém viveu.
É o que essa dor começou a produzir dentro da vida da pessoa.
Tem gente que transforma sofrimento em agressividade.
Outros transformam em isolamento.
Alguns transformam em desistência da própria vida.
Mas existe outro caminho possível:
transformar dor em consciência.
Aprender com aquilo que machucou.
Desenvolver sensibilidade ao invés de endurecimento.
Parar de usar o sofrimento como justificativa para continuar se destruindo.
Porque a dor vivida não pode mais ser mudada.
Mas aquilo que ela vai produzir daqui para frente… ainda pode.
CarpeDiem:Hoje, talvez a pergunta mais importante não seja apenas o que a vida fez com você, mas o que você está fazendo com aquilo que viveu.
Por Luciano Ribeiro Terapeuta Sistêmico e Psicanalítico | Especialista em Dependência Química
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