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CARPEDIEM, 30 de maio. O Que Você Está Fazendo Com a Dor Que Viveu?

CARPEDIEM 30 DE MAIO

A dor pode fazer duas coisas com uma pessoa:

endurecer…ou amadurecer.


Na dependência química, muita gente passou por abandono, frustração, rejeição, culpa, vazio e experiências difíceis demais para sustentar sozinho.


E quando a dor não encontra elaboração, ela começa a transbordar em comportamento.

Impulso.

Autodestruição.

Fuga.

Raiva.

Anestesia.


O problema não é apenas a dor que alguém viveu.

É o que essa dor começou a produzir dentro da vida da pessoa.


Tem gente que transforma sofrimento em agressividade.

Outros transformam em isolamento.

Alguns transformam em desistência da própria vida.

Mas existe outro caminho possível:

transformar dor em consciência.


Aprender com aquilo que machucou.

Desenvolver sensibilidade ao invés de endurecimento.

Parar de usar o sofrimento como justificativa para continuar se destruindo.

Porque a dor vivida não pode mais ser mudada.

Mas aquilo que ela vai produzir daqui para frente… ainda pode.


CarpeDiem:Hoje, talvez a pergunta mais importante não seja apenas o que a vida fez com você, mas o que você está fazendo com aquilo que viveu.



Por Luciano Ribeiro Terapeuta Sistêmico e Psicanalítico | Especialista em Dependência Química


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