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Quem é a família quando o dependente sai de cena?
Quando o dependente vai se tratar, algo muda dentro da casa.
O silêncio muda de lugar.
As rotinas se quebram.
E cada membro da família é obrigado a olhar para si.
Pais, cônjuges e familiares muitas vezes chegam exaustos, confusos, sem saber mais se cuidam, controlam ou apenas sobrevivem. O amor que antes sustentava agora pesa. O medo tomou o lugar da confiança. E a família, sem perceber, também adoeceu.
Luciano Ribeiro
7 de jan.2 min de leitura


Carpediem, 28 de setembro, Libertando-se da codependência.
A codependência acontece quando a nossa vida passa a girar em torno do outro: o humor, a paz e as escolhas ficam reféns do que ele faz ou sente. O cuidado vira controle, o amor se mistura ao medo e, sem perceber, a gente se afasta de si mesmo.
Luciano Ribeiro
28 de set. de 20251 min de leitura


Trauma relacional: quando o outro é a ferida
Nem sempre a ferida vem da droga — muitas vezes, ela vem de alguém. Relações abusivas ou negligentes deixam marcas profundas, moldando a forma como o sujeito se vê e se relaciona com o mundo. Na dependência química, essas marcas podem encontrar na droga um alívio provisório, mas nunca uma cura. Neste artigo, vamos entender como o trauma relacional se conecta ao sintoma adictivo e por que reconhecer essa raiz é tão importante para a recuperação."
Luciano Ribeiro
11 de ago. de 20252 min de leitura


A vergonha da família: quando o dependente ocupa o lugar do sintoma familiar
A vergonha que a família sente diante da dependência química pode esconder algo muito mais profundo: uma tentativa inconsciente de manter uma imagem idealizada às custas de um de seus membros. Neste artigo, exploramos como o dependente químico pode ser o porta-voz do mal-estar familiar e o que isso revela sobre as dinâmicas psíquicas em jogo. Um convite à escuta e à responsabilização coletiva.
Luciano Ribeiro
30 de jul. de 20252 min de leitura


O familiar como “cuidador compulsivo”
Descubra como o excesso de cuidado dos familiares pode esconder um prazer inconsciente e manter a dependência ativa. Uma leitura psicanalítica profunda sobre a codependência.
Luciano Ribeiro
30 de jul. de 20252 min de leitura


O sintoma do outro: quando o dependente ocupa o lugar central da família
Neste artigo, exploramos como, sob a ótica da psicanálise, o uso de drogas pode funcionar não apenas como defesa psíquica do sujeito, mas também como sustentação inconsciente da estrutura familiar. A dependência deixa de ser vista apenas como um problema individual e revela sua função simbólica dentro da dinâmica relacional.
Luciano Ribeiro
30 de jul. de 20253 min de leitura
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