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Por que o dependente sente vazio sem a intensidade da droga?
Existe algo que muitos dependentes descobrem depois que param de usar:
a vida comum parece sem cor.
Luciano Ribeiro
6 de mai.2 min de leitura


O Que o Tratamento Convencional Não Está Enxergando na Dependência Química?
Durante décadas, a dependência química foi explicada quase exclusivamente pelos efeitos da substância no cérebro. Falamos de dopamina, sistema de recompensa, tolerância e abstinência. Tudo isso é real e importante. Mas existe uma pergunta que raramente é feita com profundidade: será que a droga é apenas a causa da dependência, ou ela também pode ser uma porta para algo que já existia dentro da pessoa?
Luciano Ribeiro
5 de mar.3 min de leitura


Pornografia e Dependência Química: por que muitos dependentes recorrem a ela?
Nem toda compulsão envolve substância.
Algumas acontecem em silêncio, diante de uma tela acesa no escuro.
Quando a droga sai, o vazio permanece.
E o psiquismo, acostumado à descarga rápida de tensão, pode buscar outro caminho para aliviar a angústia.
Este texto não fala sobre moral ou culpa.
Fala sobre função.
Luciano Ribeiro
20 de fev.2 min de leitura


Identidade e Dependência Química: quem você aprende a ser para sobreviver
Há um momento em que a pessoa se percebe dividida.
Uma parte quer seguir em frente.
Outra continua presa ao lugar onde aprendeu a sobreviver.
Na dependência química, essa divisão não é só entre usar ou não usar.
É entre quem se tenta ser e quem se aprendeu a ser para aguentar a vida.
Luciano Ribeiro
3 de fev.2 min de leitura


A Repetição que Não se Lembra: por que o dependente revive a mesma história
Nem toda recaída nasce no presente.
Algumas começam em histórias antigas que nunca puderam ser contadas.
O sujeito não repete porque quer.
Repete porque algo dentro dele continua pedindo para ser lembrado, compreendido, elaborado.
Este texto fala sobre a repetição que não vem da vontade, mas da memória emocional — aquela que vive no corpo, nos vínculos e nas escolhas.
Luciano Ribeiro
20 de jan.2 min de leitura


Quem é você sem a droga?
Chega um momento na recuperação em que a pergunta deixa de ser sobre a substância e passa a ser sobre o espelho.
Quem olha de volta quando a droga sai de cena?
Sem o efeito, sem a anestesia, sem a identidade que o uso construiu, sobra um rosto que muitas vezes o sujeito não reconhece.
Esse estranhamento dói.
Porque a droga não ocupava apenas o corpo, ela ocupava um lugar na história, nas escolhas, na forma de sentir e existir.
Luciano Ribeiro
7 de jan.3 min de leitura


Dependência quimica. O silencio que grita.
Existem dores que não se dizem, apenas se sentem.
Há quem viva em guerra por dentro, tentando calar um silêncio que não se deixa silenciar.
Esse silêncio carrega histórias antigas, lembranças que não foram nomeadas, afetos que nunca tiveram espaço para existir.
A droga, muitas vezes, entra como uma tentativa de traduzir o indizível — um grito contido que busca escuta.
Luciano Ribeiro
14 de out. de 20253 min de leitura


Além da Falta: Recuperar é Criar Novos Sentidos
Nem sempre se trata de preencher um vazio. Às vezes, a verdadeira transformação começa quando o sujeito decide se reconstruir. A droga pode até silenciar a dor, mas é no ato de criar novos sentidos que nasce uma vida possível. O homem que um dia se viu vencido, hoje pinta a si mesmo como alguém que escolheu vencer. A recuperação não é um retorno ao que se perdeu — é o nascimento de algo inédito.
Luciano Ribeiro
8 de set. de 20252 min de leitura


Recaída: fracasso ou parte do processo? Uma leitura psicanalítica
"A recaída não define quem você é."
No caminho da recuperação, muitas vezes o maior peso não está na recaída em si, mas no significado que damos a ela.
Será que a recaída é um fracasso? Ou pode ser um convite para olhar mais fundo para as dores que ainda não foram simbolizadas?
Neste texto, vamos explorar a lógica interna da recaída e entender por que ela pode ser parte do processo de transformação. Mais do que apontar erros, vamos falar sobre aprendizado, ressignificação e
Luciano Ribeiro
3 de set. de 20252 min de leitura


Quando o trauma é a raiz: A ausência paterna.
Antes de mergulhar nessa história, quero te convidar a refletir:
Muitas vezes, por trás do uso de substâncias, não está apenas a vontade de experimentar ou se divertir. Está um vazio antigo, uma dor não resolvida. O abandono paterno, por exemplo, deixa marcas profundas que podem acompanhar alguém por toda a vida.
A história que você vai ler agora não é sobre drogas apenas, mas sobre um filho que buscava no entorpecimento uma forma de silenciar o eco da rejeição.
Luciano Ribeiro
25 de ago. de 20252 min de leitura


O que é cura na dependência química sob o olhar da psicanálise?
Muitos pensam que a cura da dependência química significa nunca mais sentir vontade ou risco de recaída. A psicanálise nos mostra outro caminho: a cura não é ausência, mas transformação. É quando o sujeito aprende a lidar com sua falta sem precisar da droga como única resposta.
Luciano Ribeiro
20 de ago. de 20252 min de leitura


O Triângulo da Auto-Obsessão: um olhar psicanalítico sobre a dependência
O chamado triângulo da auto-obsessão, conhecido nos Narcóticos Anônimos, revela como o dependente pode ficar preso entre passado, presente e futuro. Sob a ótica da psicanálise, esse aprisionamento mostra a força do inconsciente e a dificuldade de simbolizar a falta. Neste artigo, vamos explorar como essa prisão do tempo sustenta o sintoma e o que pode abrir caminho para uma nova narrativa.”
Luciano Ribeiro
18 de ago. de 20252 min de leitura


O Silêncio que Adoece: como a ausência de fala mantém vivo o sintoma
Muitos acreditam que o silêncio protege. Mas, na dependência química, o que não é dito continua agindo — e o sintoma se torna a voz do que não pode ser falado. Descubra como dar lugar à palavra pode transformar a recuperação."
Luciano Ribeiro
15 de ago. de 20252 min de leitura


Por que olhar para o inconsciente muda a compreensão do problema
uitas vezes, acreditamos que a dependência química pode ser resolvida apenas com força de vontade e autocontrole. Mas, na psicanálise, aprendemos que o verdadeiro motor do sintoma está além do que conseguimos ver ou controlar: ele habita o inconsciente. Olhar para essa dimensão é sair da superfície e mergulhar na raiz, onde desejos, traumas e histórias não ditas moldam nossas escolhas.
Luciano Ribeiro
14 de ago. de 20252 min de leitura


Religião, fé e sintoma: quando o sagrado também adoece.
Uma reflexão visual sobre quando a fé, em vez de libertar, se torna prisão, revelando a linha tênue entre espiritualidade e compulsão.
Luciano Ribeiro
12 de ago. de 20252 min de leitura


Trauma relacional: quando o outro é a ferida
Nem sempre a ferida vem da droga — muitas vezes, ela vem de alguém. Relações abusivas ou negligentes deixam marcas profundas, moldando a forma como o sujeito se vê e se relaciona com o mundo. Na dependência química, essas marcas podem encontrar na droga um alívio provisório, mas nunca uma cura. Neste artigo, vamos entender como o trauma relacional se conecta ao sintoma adictivo e por que reconhecer essa raiz é tão importante para a recuperação."
Luciano Ribeiro
11 de ago. de 20252 min de leitura


Pornografia e Dependência Química: Quando o Sintoma Muda de Forma
Neste post, vamos explorar brevemente a relação entre o uso de substâncias e a intensificação do consumo de pornografia. Veremos como as drogas desconstroem os mecanismos de defesa, permitindo que conteúdos inconscientes venham à tona e influenciem o comportamento do indivíduo.
Luciano Ribeiro
9 de ago. de 20252 min de leitura


Como experiências traumáticas na infância influenciam o uso compulsivo de drogas na vida adulta.
Muitos vícios nascem bem antes do primeiro uso. Neste artigo, vamos explorar como traumas na infância moldam a estrutura psíquica e se conectam à busca compulsiva por drogas na vida adulta. A droga, nesse contexto, é mais do que vício — é uma tentativa inconsciente de calar dores que nunca foram simbolizadas.
Luciano Ribeiro
7 de ago. de 20253 min de leitura


Quando a sobriedade se torna um novo sintoma.
A sobriedade, muitas vezes, é vista como o fim da linha: o momento de vitória, de superação. Mas... e quando parar de usar não resolve tudo?
Neste artigo, vamos falar de um ponto delicado e necessário: quando a abstinência vira rigidez, controle ou moralismo — e esconde uma nova forma de compulsão.
Porque parar não é o mesmo que se curar. E seguir regras não é o mesmo que escutar a si mesmo.
Leia com coragem e escute onde, talvez, o sintoma apenas tenha mudado de roupa.
Luciano Ribeiro
7 de ago. de 20252 min de leitura


Como o sujeito se prende à narrativa do fracasso
Quantas vezes você tentou mudar, mas algo invisível o puxou de volta?
Neste artigo, vamos explorar como a recaída pode ser mais do que fraqueza: ela pode ser fidelidade inconsciente a uma história antiga — uma narrativa de fracasso que se repete silenciosamente. Entenda por que, para algumas pessoas, romper com a droga significa também romper com quem acreditam ser.
Luciano Ribeiro
5 de ago. de 20252 min de leitura
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