CARPEDIEM, 25 de março, Aprender a Pagar o Preço da Vida
- Luciano Ribeiro
- 25 de mar.
- 1 min de leitura
Toda vida tem um preço.Preço de escolhas, de responsabilidades, de compromissos, de limites, de frustrações. Ninguém vive sem pagar o preço de existir.
A dependência química, muitas vezes, aparece como uma tentativa de não pagar esse preço.Não sentir a dor, não enfrentar a frustração, não lidar com a cobrança, não assumir responsabilidades.A droga vira uma forma de adiar a conta.
O problema é que a conta não desaparece.Ela acumula.E uma hora ela chega mais cara.
Na recuperação, uma das coisas mais difíceis é aceitar isso:viver exige esforço, exige renúncia, exige responsabilidade. Não existe vida adulta sem desconforto.
Amadurecer é entender que existe um preço para viver certo,mas existe um preço muito mais alto para fugir da vida.
A droga parecia um atalho.Mas todo atalho na vida cobra pedágio depois.
CarpeDiem:Hoje, aceitar o preço da vida é o que permite construir uma vida que vale a pena ser vivida.
Por Luciano Ribeiro Terapeuta Sistêmico e Psicanalítico | Especialista em Dependência Química
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