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CARPEDIEM, 07 de fevereiro. O Tempo que a Dor Precisa para Virar História
Nem toda dor passa quando o tempo passa.
Algumas continuam vivas por dentro, como se tivessem acontecido ontem.
Não porque a pessoa queira sofrer, mas porque certas experiências ainda não encontraram lugar na própria história.
Luciano Ribeiro
7 de fev.1 min de leitura


CARPEDIEM, 05 de fevereiro. Quando a culpa te mata e o auto-perdão te transforma (uma partilha).
Às vezes a dor não vem só da ausência.
Vem da culpa que ficou, das perguntas que não tiveram resposta, do que não foi possível viver como se gostaria e até mesmo ador para quem ficou de que se foi não ter visto o "desfecho".
Quando alguém parte, a história não termina, ela continua sendo revisitada por dentro. (uma partilha)
Luciano Ribeiro
5 de fev.1 min de leitura


CARPEDIEM, 30 de janeiro. O Medo de Conviver com a Realidade da Minha História.
Antes de entrar nesse texto, vale fazer uma pequena pausa.
Nem toda leitura é só com os olhos. Algumas pedem que a gente esteja inteiro, por dentro. Esse é um desses casos. Ele toca em lembranças, escolhas e partes da própria história que muitas vezes a gente prefere não visitar.
Leia sem pressa. Se algo apertar, não fuja da sensação. Apenas reconheça. Às vezes, a recuperação começa exatamente no momento em que a gente aceita ficar onde antes só sabia passar rápido.
Luciano Ribeiro
30 de jan.1 min de leitura


A Repetição que Não se Lembra: por que o dependente revive a mesma história
Nem toda recaída nasce no presente.
Algumas começam em histórias antigas que nunca puderam ser contadas.
O sujeito não repete porque quer.
Repete porque algo dentro dele continua pedindo para ser lembrado, compreendido, elaborado.
Este texto fala sobre a repetição que não vem da vontade, mas da memória emocional — aquela que vive no corpo, nos vínculos e nas escolhas.
Luciano Ribeiro
20 de jan.2 min de leitura


Quem é você sem a droga?
Chega um momento na recuperação em que a pergunta deixa de ser sobre a substância e passa a ser sobre o espelho.
Quem olha de volta quando a droga sai de cena?
Sem o efeito, sem a anestesia, sem a identidade que o uso construiu, sobra um rosto que muitas vezes o sujeito não reconhece.
Esse estranhamento dói.
Porque a droga não ocupava apenas o corpo, ela ocupava um lugar na história, nas escolhas, na forma de sentir e existir.
Luciano Ribeiro
7 de jan.3 min de leitura


A Recaída como Fidelidade ao inconsciente.
Por que a recaída acontece mesmo quando tudo parece ir bem? Este artigo propõe uma nova lente sobre esse fenômeno: a recaída não é apenas um retorno ao uso, mas uma forma inconsciente de permanecer fiel a uma história antiga sobre si.
Luciano Ribeiro
29 de jul. de 20252 min de leitura


A Falta Estrutural e a Dependência Química: Por que Sempre Queremos “Mais”?
"Quando tentamos calar a falta com objetos, ela fala mais alto.
Entenda a lógica da falta no novo artigo do blog."
Luciano Ribeiro
27 de jul. de 20253 min de leitura
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