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CARPEDIEM, 16 de março. O Gatilho Que Eu Ainda Não Percebi
Nem todo risco aparece de forma evidente.Às vezes o dependente espera sentir uma vontade clara de usar, como se a recaída começasse com um impulso forte e direto.Mas muitas vezes ela começa antes, em algo mais discreto: um gatilho que ainda não foi percebido.
Luciano Ribeiro
16 de mar.1 min de leitura


CARPEDIEM, 08 de Março - O Desejo Reprimido
O desejo não desaparece quando é reprimido.
Ele apenas muda de lugar dentro de nós.
A droga muitas vezes vira um atalho para sentir.
Mas todo atalho cobra um preço alto.
Na recuperação, o desejo pode voltar a ter voz.
Luciano Ribeiro
8 de mar.2 min de leitura


CARPEDIEM, 06 de Março - RESPONSABILIDADE EMOCIONAL
Sentir não é fraqueza.
Fugir da emoção tem um preço.
Assumir o que é seu traz força.
Responsabilidade não é culpa.
Liberdade começa dentro.
Luciano Ribeiro
5 de mar.2 min de leitura


CARPEDIEM, 17 de fevereiro. A Parte de Mim Que Sabota.
Nem toda dificuldade vem de fora.
Às vezes, quando tudo começa a se organizar, surge um movimento interno que complica, adia, bagunça.
Não é falta de desejo de melhorar, é algo mais profundo que parece puxar na direção contrária.
Na dependência química, essa sabotagem costuma ser sutil.
Ela aparece como pensamento pequeno, justificativa rápida, decisão aparentemente inofensiva.
E quando se percebe, o que estava sendo construído começa a se fragilizar.
Luciano Ribeiro
17 de fev.1 min de leitura


CARPEDIEM, 15 de fevereiro. Quem Eu Sou Sem a Aprovação?
Existe uma pergunta que incomoda quando o silêncio chega:
quem eu sou quando ninguém está me aprovando?
Sem elogio, sem validação, sem reconhecimento, ainda existe identidade ali?
Luciano Ribeiro
15 de fev.1 min de leitura


CARPEDIEM, 14 de fevereiro. A Necessidade de Ser Visto.
Existe uma dor que não faz barulho.
Não é rejeição direta, nem conflito aberto.
É a sensação de não ser percebido, de passar despercebido, de não ocupar lugar real na vida de alguém.
Todo ser humano precisa ser visto.
Não como espetáculo, mas como presença reconhecida.
Luciano Ribeiro
14 de fev.1 min de leitura


CARPEDIEM, 07 de fevereiro. O Tempo que a Dor Precisa para Virar História
Nem toda dor passa quando o tempo passa.
Algumas continuam vivas por dentro, como se tivessem acontecido ontem.
Não porque a pessoa queira sofrer, mas porque certas experiências ainda não encontraram lugar na própria história.
Luciano Ribeiro
7 de fev.1 min de leitura


A Repetição que Não se Lembra: por que o dependente revive a mesma história
Nem toda recaída nasce no presente.
Algumas começam em histórias antigas que nunca puderam ser contadas.
O sujeito não repete porque quer.
Repete porque algo dentro dele continua pedindo para ser lembrado, compreendido, elaborado.
Este texto fala sobre a repetição que não vem da vontade, mas da memória emocional — aquela que vive no corpo, nos vínculos e nas escolhas.
Luciano Ribeiro
20 de jan.2 min de leitura
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