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CARPEDIEM 04 de julho. A Primeira Mentira Geralmente É Para Si Mesmo.
Quando pensamos na dependência química, é comum lembrarmos das mentiras contadas para a família, para os amigos ou para o trabalho.
Luciano Ribeiro
4 de jul.1 min de leitura


CARPEDIEM 03 de julho. Quando Você Se Define Pelo Seu Passado.
Na recuperação da dependência química, é comum que o passado ocupe um lugar de muito peso. Erros, perdas, recaídas e consequências podem fazer a pessoa acreditar que sua história já está definida e que não existe mais possibilidade de mudança.
Luciano Ribeiro
3 de jul.1 min de leitura


CARPEDIEM 16 DE JUNHO. O Que Você Diz Para Si Mesmo Quando Erra?
Todos erram.
Mas nem todos se tratam da mesma forma quando erram.
Algumas pessoas conseguem reconhecer o erro, aprender com ele e seguir em frente.
Outras transformam o erro em uma sentença contra si mesmas.
Luciano Ribeiro
16 de jun.1 min de leitura


CARPEDIEM, 13 defevereiro, A Paciência que Eu Preciso Ter com a Minha Própria História
Existe uma cobrança silenciosa para “já ter superado”.
Superado o passado, os erros, as recaídas, as dores.
Como se amadurecer fosse esquecer rápido e seguir sem olhar para trás.
Na dependência química, essa pressa costuma ser ainda maior.
A pessoa quer provar que mudou, quer apagar a versão antiga, quer fechar capítulos antes de realmente entendê-los.
Luciano Ribeiro
13 de fev.1 min de leitura


CARPEDIEM, 05 de fevereiro. Quando a culpa te mata e o auto-perdão te transforma (uma partilha).
Às vezes a dor não vem só da ausência.
Vem da culpa que ficou, das perguntas que não tiveram resposta, do que não foi possível viver como se gostaria e até mesmo ador para quem ficou de que se foi não ter visto o "desfecho".
Quando alguém parte, a história não termina, ela continua sendo revisitada por dentro. (uma partilha)
Luciano Ribeiro
5 de fev.1 min de leitura


CARPEDIEM, 29 de janeiro, (Isolamento)
Antes de ler este CarpeDiem, faça uma pequena pausa.
Perceba onde você tem se afastado, mesmo sem sair de perto.
Às vezes, o isolamento não aparece como solidão, mas como silêncio, cansaço ou vontade de não explicar mais nada para ninguém.
Este texto é um convite para olhar esse movimento com cuidado e abrir, ainda que só um pouco, a porta para o contato e para a presença.
Luciano Ribeiro
29 de jan.1 min de leitura


Quem é a família quando o dependente sai de cena?
Quando o dependente vai se tratar, algo muda dentro da casa.
O silêncio muda de lugar.
As rotinas se quebram.
E cada membro da família é obrigado a olhar para si.
Pais, cônjuges e familiares muitas vezes chegam exaustos, confusos, sem saber mais se cuidam, controlam ou apenas sobrevivem. O amor que antes sustentava agora pesa. O medo tomou o lugar da confiança. E a família, sem perceber, também adoeceu.
Luciano Ribeiro
7 de jan.2 min de leitura


Se Não Há Cura para a Droga... "Cure" a Si Mesmo
Quando o sujeito não consegue ressignificar a falta através do desejo, ele mergulha na compulsão.
Luciano Ribeiro
23 de jul. de 20253 min de leitura
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