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CARPEDIEM, 29 de março, A Vida Está Passando.
Existe uma coisa que ninguém consegue parar: o tempo.Ele passa para quem usa.Passa para quem está limpo.Passa para quem está perdido.Passa para quem está tentando.Ele passa de qualquer forma.
Luciano Ribeiro
29 de mar.1 min de leitura


CARPEDIEM, 28 de março, Confiar em Si Mesmo Demora
Uma das partes mais difíceis da recuperação não é só fazer os outros confiarem de novo.É voltar a confiar em si mesmo.
Depois de muitas promessas quebradas, recaídas, decisões impulsivas e prejuízos, a própria pessoa começa a duvidar de si
Luciano Ribeiro
28 de mar.1 min de leitura


CARPEDIEM, 21 de março. O Cérebro Gosta do Que é Rápido
O cérebro humano foi feito para economizar energia e buscar recompensas rápidas.Tudo o que dá prazer imediato tende a ser registrado como algo importante para repetir.Esse é um mecanismo natural de sobrevivência.
Luciano Ribeiro
21 de mar.1 min de leitura


CARPEDIEM, 19 de março, Quando a Vida Começa a Ficar Boa de Novo
Existe um momento na recuperação em que algo começa a mudar.Não de forma intensa, nem repentina.Mas em pequenos sinais.A mente fica mais clara.O dia fica mais leve. As coisas começam a fazer sentido outra vez.
Luciano Ribeiro
19 de mar.1 min de leitura


CARPEDIEM, 18 de março. O Cansaço na Recuperação
A recuperação não é só força.Ela também cansa.Cansa ter que pensar antes de agir.Cansa segurar impulsos que antes eram automáticos.Cansa sustentar decisões todos os dias.
Durante o uso, muitas escolhas eram evitadas.A droga resolvia rápido o que incomodava. Na sobriedade, tudo precisa ser enfrentado.E isso exige energia emocional constante.
Luciano Ribeiro
18 de mar.1 min de leitura


CARPEDIEM, 17 de Março. O Cérebro Ainda Está Aprendendo a Viver Sem Droga
Quando alguém para de usar, a mudança não acontece só na rotina.O cérebro também precisa se reorganizar.Durante o uso, ele se acostumou a receber estímulos intensos e imediatos.Sem a droga, tudo parece mais lento, menos interessante, menos prazeroso.
Luciano Ribeiro
17 de mar.1 min de leitura


CARPEDIEM, 16 de março. O Gatilho Que Eu Ainda Não Percebi
Nem todo risco aparece de forma evidente.Às vezes o dependente espera sentir uma vontade clara de usar, como se a recaída começasse com um impulso forte e direto.Mas muitas vezes ela começa antes, em algo mais discreto: um gatilho que ainda não foi percebido.
Luciano Ribeiro
16 de mar.1 min de leitura


CARPEDIEM, 09 de Março - A Fuga Disfarçada
Nem toda fuga é visível.
Às vezes ela se chama alívio.
O que evitamos continua dentro de nós.
Correr cansa, mas enfrentar transforma.
A liberdade começa quando a fuga termina.
Luciano Ribeiro
9 de mar.1 min de leitura


CARPEDIEM, 08 de Março - O Desejo Reprimido
O desejo não desaparece quando é reprimido.
Ele apenas muda de lugar dentro de nós.
A droga muitas vezes vira um atalho para sentir.
Mas todo atalho cobra um preço alto.
Na recuperação, o desejo pode voltar a ter voz.
Luciano Ribeiro
8 de mar.2 min de leitura


CARPEDIEM, 07 de Março - O Lugar da Escolha
Toda mudança começa em um pequeno ponto interno.
Nem todo impulso precisa virar ação.
Escolher diferente pode ser silencioso.
Um passo novo já muda o caminho.
A liberdade começa nas pequenas decisões.
Luciano Ribeiro
7 de mar.2 min de leitura


CARPEDIEM, 06 de Março - RESPONSABILIDADE EMOCIONAL
Sentir não é fraqueza.
Fugir da emoção tem um preço.
Assumir o que é seu traz força.
Responsabilidade não é culpa.
Liberdade começa dentro.
Luciano Ribeiro
5 de mar.2 min de leitura


CARPEDIEM, 05 de Março - Reconstrução Interna.
Reconstruir começa dentro.
Nem tudo precisa voltar a ser como era.
Algumas partes precisam nascer de novo.
Cada pequena escolha conta.
Você ainda pode se refazer.
Luciano Ribeiro
5 de mar.1 min de leitura


CARPEDIEM, 04 de Março - O Vazio que Pede Sentido
Nem todo vazio é perda.
Alguns são convites.
O silêncio interno também fala.
Sentido não se compra.
Ele se constrói vivendo.
Luciano Ribeiro
4 de mar.2 min de leitura


CARPEDIEM, 03 de Março - Limites que Protegem
Limite é cuidado, não rejeição.
Nem tudo que eu quero, eu preciso.
Respeitar-se é um aprendizado diário.
Quem se protege, se fortalece.
Dizer não também é amor.
Luciano Ribeiro
3 de mar.1 min de leitura


CARPEDIEM, 2 de março. A Vida Que Eu Preciso Aprender a Administrar.
Parar de usar é um passo importante.
Mas depois que a droga sai de cena, a vida continua.
Contas, horários, compromissos, relações, decisões.
Tudo aquilo que ficou desorganizado precisa ser reorganizado.
E ninguém ensina como administrar a própria existência depois do caos.,
Luciano Ribeiro
2 de mar.1 min de leitura


CARPEDIEM, 1º de março. A Construção de Caráter na Sobriedade.
Ficar limpo é um começo.
Mas a recuperação vai além da abstinência.
Existe algo que começa a ser construído depois que a droga sai de cena: caráter.
Não no sentido moralista, mas no sentido de coerência, responsabilidade e constância.
É no dia a dia que essa construção acontece.
Luciano Ribeiro
1 de mar.1 min de leitura


CARPEDIEM, 27 de fevereiro, Dependência e Dinheiro.
A dependência não afeta só o corpo e as emoções.
Ela também muda a forma como a pessoa lida com dinheiro.
O que antes era planejamento vira urgência.
O que era responsabilidade vira impulso.
Luciano Ribeiro
27 de fev.1 min de leitura


CARPEDIEM, 25 de fevereiro. Viver Limpo
Muita gente fala sobre ficar limpo.
Mas pouco se fala sobre o que significa viver limpo.
Não é apenas ausência de uso.
É aprender a enfrentar o dia sem anestesia, sem atalho, sem fuga.
É construir uma vida que não dependa da substância para funcionar.
Luciano Ribeiro
25 de fev.1 min de leitura


CARPEDIEM, 22 de fevereiro. Quando Eu Manipulo Para Continuar Usando
Às vezes o problema não está só no uso.
Está na forma como a realidade vai sendo ajustada para que o uso continue.
Pequenas distorções, promessas adiadas, versões adaptadas conforme a situação.
Luciano Ribeiro
22 de fev.1 min de leitura


CARPEDIEM, 21 de fevereiro. A Estação em Que Eu Parei
Às vezes a vida continua andando, mas a pessoa permanece parada.
O tempo passa, oportunidades surgem, caminhos se abrem e ainda assim algo mantém alguém na mesma estação.
Na dependência química, essa sensação é comum.
Enquanto o mundo segue seu curso, o uso cria uma pausa prolongada.
O destino existe, mas o movimento parece interrompido.
Luciano Ribeiro
21 de fev.1 min de leitura
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