top of page


CARPEDIEM, 27 de janeiro. Nem Todo Pensamento É Verdade
Antes de seguir, repare no que está acontecendo aí dentro.
Talvez sua mente já esteja comentando, avaliando, lembrando, antecipando. Ela faz isso o tempo todo. Este texto não é um convite para calar os pensamentos, mas para mudar a posição diante deles. Leia como quem observa um movimento, não como quem precisa obedecer a cada voz que aparece. Aqui, a proposta é simples: aprender a escutar sem se deixar conduzir.
Luciano Ribeiro
27 de jan.1 min de leitura


CARPEDIEM, 24 de Dezembro. Quando a Sobriedade Deixa de Ser Esforço e Vira Compromisso
No início, ficar sóbrio exige força.
Depois, exige decisão.
Mas chega um momento em que a sobriedade deixa de ser uma luta diária contra a vontade de usar e passa a ser um compromisso silencioso com a própria vida.
Esse texto fala desse ponto de virada.
Não do fim do desejo, mas do início da responsabilidade.
Leia com honestidade.
Luciano Ribeiro
24 de dez. de 20251 min de leitura


CARPEDIEM, 23 de dezembro: Sustentar a recuperação quando ninguém está olhando.
Nem sempre a recuperação acontece nos momentos visíveis.
Ela se sustenta, principalmente, quando não há plateia, elogio ou cobrança externa.
É no silêncio, nas escolhas pequenas e nas decisões que ninguém vê que o processo se confirma.
Leia com calma, esse texto fala do lugar onde a recuperação se torna real.
Luciano Ribeiro
23 de dez. de 20251 min de leitura


A Sobriedade é uma Qualidade, Não Apenas um Estado de Abstinência (recuperação da dependência química).
Este texto é uma introdução ao que tenho preparado para dizer a muitos dependentes químicos e familiares que ainda não compreenderam a complexidade da recuperação da dependência química. Leia com atenção e volte sempre: este tema é profundo e exige tempo para ser assimilado. Mesmo depois de anos convivendo com a doença, participando de tratamentos e recaídas, vejo dependentes químicos e familiares ainda confusos sobre o que realmente significa estar em r
Luciano Ribeiro
23 de jul. de 20253 min de leitura


Droga: Pulsão de Morte
Neste texto, quero refletir sobre algo fundamental: por que a droga, para além de um vício, se torna uma força que empurra o sujeito para a morte? Não falo apenas do ponto de vista orgânico, mas da perspectiva psíquica, onde a lógica do prazer imediato se transforma em um mecanismo autodestrutivo. Antes, vale lembrar um dado clínico essencial: enquanto o comportamento do dependente químico segue padrões próprios da doença, fruto de alterações diretas no cérebro e no sistema
Luciano Ribeiro
23 de jul. de 20253 min de leitura
bottom of page